A palavra Facebook estava presente em quase um terço das petições de divórcio durante o ano de 2011 no Reino Unido. Nos EUA a rede social de Mark Zuckerberg já foi apontada como causa directa de 20% dos divórcios.
Segundo os dados revelados por uma empresa britânica de advogados de família, o total de divórcios resultante de desavenças nas redes sociais ronda os 28 milhões. Entre os motivos mais invocados pelos casais para justificar a separação está o envio de mensagens inapropriadas para pessoas de outro sexo ou então a colocação de posts ofensivos no mural do parceiro(a), refere Mark Keenan, director-geral da empresa “Divórcio On-line”
Emma Patel, directora da empresa de advogados que apresentou os números, afirma que durante o processo de divórcio o Facebook é um problema: “as pessoas sentem-se tentadas a partilhar os seus sentimentos online e, em alguns casos, não só expressam o seu stress, como também fazem acusações inflamatórias contra o parceiro”.
As redes socais são óptimos lugares para novos convívios, reavivar velhas amizades ou até mesmo para encontrar um dador de rim. Mas a exposição a que os utilizadores se sujeitam durante os processos de convívio podem trazer consequências negativas, especialmente para aqueles que têm uma relação. E numa altura em que a rede social de Mark Zuckerberg está em crescimento constante e aponta à meta de mil milhões de utilizadores, é de esperar que o número de divórcios baseados no Facebook aumente em 2012.
Já em 2009 o Facebook foi apontado como causa principal de milhares de divórcios nos EUA, partilhando as culpas com outras redes sociais como o Twitter, Bebo ou Myspace.